Morreu ontem a minha bisavó. Morreu a minha avó A., tão avó, tão sem necessidade do "bi" que só confere distância ao parentesco. Morreu a minha avó e morreu um bocadinho de mim com ela. Morreram os natais encantados em que toda a família se juntava numa sala minúscula, bem apertadinhos, e em que mais nada importava. Morreu um bocadinho da memória dos olhos brilhantes dos meus primos pequeninos por verem chegar o Pai Natal que, naquela casa, já encarnou no meu bisavô, no meu pai, e nos meus primos mais velhos. Gerações de Pais Natal com um único intuito, o de ver crianças felizes ao tocar da campainha na noite de Natal. Morreu a mulher mais forte que já conheci, a que ultrapassou mais adversidades em 20 anos com um sorriso na cara do que imaginei ser possível. Agora, no fim, disse que estava cansada de lutar. Compreendo-a. Afinal, 93 anos é uma idade considerável (a quantidade de vezes que ouvi isto este fim de semana...). Mas não faz com que doa menos, não. Morreu a minha bisavó, tão avó, e aprendi que o coração vai perdendo bocadinhos.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Espelho da alma vai para...
- As palavras que eu disse foram lidas nos teus olhos.
Quando se ama, amo-te é dito com os olhos de quem vê.
Pedro Chagas Freitas.
Pedro Chagas Freitas.
sábado, 1 de março de 2014
Oh python, python ♥
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
I think that's enough...
Vi 10 episódios de FRIENDS hoje... Equivale a mais de 3h e meia do meu dia. Nisto. Não fiz mais nada. Se calhar já chega, vá...
(Rita, minha parva, tinhas mesmo de me viciar nisto, não era? :b )
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Sabes que passaste demasiado tempo a estudar Electromagnetismo...
... quando queres escrever Δ e só consegues escrever, repetidamente, ∇ .
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