domingo, 19 de maio de 2013

sábado, 11 de maio de 2013

Mais uma Queima...

Mais oito dias de imenso cansaço, mas não poderia ter pedido muito melhor. Este ano fomos à Garraiada, fomos todos os dias ao recinto, e ainda tive a visita da Rita (muito obrigada por finalmente teres ido a Coimbra, minha pequenina :D ). Foi bom, foi muito bom, e só me resta esperar que o próximo ano seja, pelo menos, equivalente.
O bilhete geral todo lindo e com todos os dias rasgados :D

A J. decidiu tirar uma foto todos os dias no recinto, como prova de que somos mesmo fortes e resistentes! :D  Infelizmente, o 7º dia ficou sem registo fotográfico e, sem que estivéssemos a contar, no último dia ela falhou. Ficam assim a faltar o 7º e 8º dias.

P.S.: Assim que tiver o resto das fotos ponho mais algumas.

sábado, 27 de abril de 2013

Lovely :)


segunda-feira, 22 de abril de 2013

"O que há em mim é sobretudo cansaço"

Deste-me alguns dos melhores momentos que já vivi e mostraste-me coisas novas que sem ti seria improvável descobrir, é certo. Mas deste-me igualmente (e continuas a dar...) as maiores dores de cabeça, as maiores frustrações, e as maiores discussões. Tornaste-me algo semelhante a um bipolar. Estou farta de tudo. Apetece-me dizer que acabou...

(À Física, à Universidade, a Coimbra...)

domingo, 21 de abril de 2013

Espelho da alma vai para...


(amar) É coisa de morrer e de matar
mas tem som de sorriso.

Hilda Hilst

terça-feira, 16 de abril de 2013

Espelho da alma vai para...


(Vi este filme no domingo. E gostei. É daqueles que marca as entranhas; que nos deixa de pele arrepiada; que apela à diferença num mundo estereotipado; que é, genuinamente, um bom filme. Pelo menos foi o que aconteceu comigo. Nem sei como é que andei anos para o ver...)

domingo, 14 de abril de 2013

À luz do candeeiro...

EU HEI DE AMAR UMA PUTA
Não sendo, de todo, um livro fantástico, tem uma leitura leve e agradável que nos permite lê-lo com prazer. Tal como o próprio autor refere, é um "ensaio sobre a solidão", onde as personagens, Pedro e Alice, vivem tão centradas em si mesmas que quase não se encontram mais personagens (pelo menos nenhuma com um desenvolvimento psicológico denso)
. E, na minha opinião, peca por isso. Torna-o numa história de amor barata e igual a tantas outras, quando Pedro Rodrigues (cujo blogue acompanho há já algum tempo) tem capacidade para bastante mais. 
Gostei do título. Sugestivo, aponta para o facto de a personagem Pedro (que me parece que acaba por ser um modelo do autor, copiando-o até no nome) pretender também um dia escrever um livro para o qual já escolheu um título; precisamente: "Eu hei de amar uma puta".
No entanto, é de notar que este é o primeiro grande trabalho do autor, e por isso merece reconhecimento. Espero que, ao longo dos tempos, consiga melhorar a sua já bela escrita e nos presenteie com uma obra que ultrapasse o mediano e que prove que há muitos jovens portugueses com demasiado talento para ficarem esquecidos. 

"-Sim, é um misto entre um título do António Lobo Antunes e a vida. A vida é uma puta - respondia ele sentindo um fio de revolta a asfixiá-lo.
Algo entre um sorriso e um suspiro soltou-se da face dela. Argumentou
-A vida não é uma puta, nós é que somos. Aqui andamos: vivemos, amamos, odiamos, encontramo-nos, perdemo-nos. Aqui andamos a ser fodidos pela vida e o pior é que gostamos. Arranjamos sempre maneira de falar mal dela, mas a verdade é que não temos coragem para acabar com ela. E quando a vemos a fugir-nos pelos dedos pedimos aos anjos e aos santos só mais cinco minutos."

Pedro Rodrigues - Eu hei de amar uma puta