segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
1º Semestre - checked
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Quanto ao post abaixo
Continuar com o blogue (esta é a primordial); Hmm, digamos que ele ainda existe, mas está assim para o paradito, nos últimos tempos....
Continuar com o desafio "ler um livro por mês"; Pois... Falhei quando faltavam apenas dois meses (e portanto dois livros) para conseguir cumprir o objectivo -.-
Continuar com a rubrica "Foto do dia"; Nem por isso, não é verdade? :S
Continuar com a rubrica "Espelho da alma vai para..."; Mais um por cumprir...
Já ter ido a um Festival de Verão; Wow, um que consegui cumprir! E que belo que foi :D
Continuar na (árdua) tarefa de cumprir os 101 objectivos; Eh, mais ou menos, eu vou-me lembrando da lista, e vou fazendo umas coisitas, mas não a tenho actualizado...
Ter entrado na Universidade; Entrei pois, e na primeira opção! Agora sair de cá já não me parece tarefa tão fácil :|
domingo, 18 de dezembro de 2011
Uma mensagem para o futuro...
- Continuar com o blogue (esta é a primordial);
- Continuar com o desafio "ler um livro por mês";
- Continuar com a rubrica "Foto do dia";
- Continuar com a rubrica "Espelho da alma vai para...";
- Já ter ido a um Festival de Verão;
- Continuar na (árdua) tarefa de cumprir os 101 objectivos;
- Ter entrado na Universidade;
Assim, aqui vai o post propriamente dito, que diz que é uma espécie de "Espelho da alma vai para..."
Ode para o Futuro
Falareis de nós como de um sonho.
Crepúsculo dourado. Frases calmas.
Gestos vagarosos. Música suave.
Pensamento arguto. Subtis sorrisos.
Paisagens deslizando na distância.
Éramos livres. Falávamos, sabíamos,
e amávamos serena e docemente.
Uma angústia delida, melancólica,
sobre ela sonhareis.
E as tempestades, as desordens, gritos,
violência, escárnio, confusão odienta,
primaveras morrendo ignoradas
nas encostas vizinhas, as prisões,
as mortes, o amor vendido,
as lágrimas e as lutas,
o desespero da vida que nos roubam
- apenas uma angústia melancólica,
sobre a qual sonhareis a idade de oiro.
E, em segredo, saudosos, enlevados,
falareis de nós - de nós! - como de um sonho.
Jorge de Sena, in 'Pedra Filosofal'

